sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Terceiro Setor de Primeira
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Como trabalhar com voluntários na captação de recursos
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Projeto Oasis
Em julho, vivenciamos uma utopia. História para contar pros netos! Foram 300 jovens em 10 dias intensos em 6 cidades (12 comunidades que sofreram as enchentes) e mais de 18 obras iniciadas e terminadas, dentre elas, construção de uma ponte para pedestres em Ilhota, construção de praças públicas, parquinho para crianças, reforma de escolas, posto de saude e mais. Resultado disso é que prefeitos, governador, jovens, empresários, moradores de diversos bairros, enfim pessoas de todos os setores se juntaram por um sonho comum! Foi maravilhoso ver pessoas se juntando para sonhar e fazer. Descobrimos que somos impossíveis! hehe (tem muita foto e video para mostrar)
- Artigo sobre o Oasis que esta no site do Banco Mundial
http://youthinkblog.worldbank.org/playing-hard-change-world,
- Matéria que saiu no Bom Dia Brasil no mês de julho de 2009!
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1095016-7823-ESTUDANTES+UNIVERSITARIOS+AJUDAM+A+MELHORAR+CIDADE+DE+SANTA+CATARINA,00.html
- Esse aqui, meu preferido, tem imagens do mão na massa nas comunidades: http://festivaloasis.ning.com/video/oasis-sc-mao-na-massa-22-a-31
Em pouco mais de 3 meses, mais de 3000 pessoas se mobilizaram no Brasil todo e entraram na rede do Oasis. Agora, os 300 jovens que foram pra Santa Catarina voltaram inspirados para suas cidades de origem mobilizando ainda mais gente para a ação. Até outubro, Sao Paulo, Ceará, Minas, Paraná, Rio, Mato Grosso do Sul, Bahia vao mobilizar ainda mais pessoas pra fazer acontecer as mudanças que queremos ver. É um movimeno típico de nossos tempos: de maneira espontânea, jovens se juntam com outros jovens para colocar a mão-na-massa e mobilizam todos os setores para vir junto.
Agora temos o desafio de juntar todos estes jovens novamente com pessoas do setor público, setor privado e sociedade civil em geral para desenhar alternativas sustentáveis e criar inovações sociais de forma colaborativa.
Então nos lançamos no desafio de organizar e realizar nestes próximos 2 meses um ENCONTRO, com as melhores práticas nacionais e internacionais, para inspirar a sociedade e o governo de Santa Catarina. Nossa meta é organizar em rede e cada um oferecendo o seu melhor!
É o Festival Oasis!!!
O encontro vai acontecer de 31 de outubro a 2 de novembro em Blumenau ou Florianópolis (em negociação). Além das oficinas e apresentações de praticas sustentáveis vamos ter 3 momentos especiais:
1) Olhar apreciativo: os participantes vao apresentar o que de melhor tem feito por um mundo sustentavel e compartilhar ideias com os outros;
2) O sonho: os participantes vao compartilhar sonhos e lançar ideias passiveis de serem realizadas;
3) O Pacto: haverá a chamada para ação e os participantes vao se comprometer com aquilo que gostariam de mudar ou impulsionar rumo ao sonho compartilhado.
Permeando este processo de diálogo, haverão palestras sobre 1) permacultura, habitações sustentáveis, novas tecnologias sustentáveis; adaptação as mudanças climáticas; 2) liderança coletiva e colaboração (animação e mobilização de redes sociais/capital social; 3) Alternativas econômicas de iniciativas sustentáveis.
Embarque nessa com a gente!
Grande abraço!
Michael Cabral.
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Novos Tempos - Christina Carvalho Pinto
Primeira mulher na América Latina a liderar um grupo multinacional de comunicação - o Young & Rubicam, do qual foi sócia -, Christina Carvalho Pinto é o modelo da profissional dinâmica. Começou como redatora e diretora de criação e chegou a chairwoman das sete empresas do Young & Rubicam e vice-chairwoman dos 26 escritórios da holding na América Latina. Em 1996 fundou o Grupo Full Jazz de Comunicação, formado por Full Jazz Propaganda, Full Tecno (internet), Full Direct (marke-ting direto) e Full Jazz Comunidade (desenvolvimento de marcas cidadãs). Ganhou muitos prêmios, como o de Profissional de Propaganda do Ano (1989) e da Década (80) e de Publicitária do Ano (1991) do Prêmio Colunistas. Foi eleita entre as 20 Persona-lidades Winners do Mundo pela revista Exame, em 1990, ano em que foi jurada de Cannes. Esteve entre os destaques empresariais femininos de 2000 apontados pelo Prêmio Femme D`Affaires, da Vêuve-Clicquot, foi a mulher mais influente do Brasil em marke-ting e publicidade, segundo a revista Forbes (2004) e um dos dez maiores empreendedores brasileiros, da revista Empreendedor (2005). Participa de vários conselhos e é embaixadora do Fórum Mundial da Mulher para a Economia e Sociedade.
terça-feira, 25 de agosto de 2009
FaD - Faça a Diferença II

Gostaríamos de convidar você, seus sócios e interessados a participar do FaD 2009.
O FaD - Faça a Diferença - é um evento para 200 pessoas, criado e presidido pela AIESEC em Florianópolis. Buscamos, por meio dessa ação, fomentar a atitude empreendedora e ajudar a fornecer os insumos para construir o conhecimento necessário para a criação e consolidação de empresas, que sejam inovadoras e competitivas colaborando assim para o desenvolvimento social e econômico do Brasil e de Santa Catarina.
A sua presença é muito importante para que tenhamos um ambiente favorável ao networking e troca positiva de experiências entre as organizações, palestrantes e pessoas de outras empresas e estudantes que assistirão as palestras.
Nossa equipe está a disposição para quaisquer esclarecimentos sobre inscrições ou conteúdo do FaD 2009.
Aqui você confere a estrutura do evento, que ocorre nesta
Quinta-feira, dia 27, às 18 horas no Auditório da Reitoria da UFSC
e tem como tema Como Tornar Sua Empresa Atrativa:
- 17h30 – Recepção
- 18h00 – Abertura do Evento
com partipação de Rui Luiz Gonçalves, presidente da ACATE. - 18h30 – Palestra 1 “Investindo em ideias”
com José Eduardo Fiates - 19h30 – Palestra 2 “Quem investe em ideias?”
com Marcelo Cazado - 20h00 – Palestra 3 “Ideias inovadoras, empreendimentos”
com Guilherme Jacob - 21h00 – Mesa redonda: Perguntas e Respostas
- 21h30 – Coquetel de encerramento
Contamos com sua participação.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
O que faz um projeto social/ambiental ser sustentável?

Independente da motivação que leva uma empresa a adotar a responsabilidade social e ambiental, existe um grande caminho a ser percorrido para dizer que ela executa projetos sustentáveis. Mesmo estando alinhados ao planejamento estratégico, ao ISE e aos processos de negócio, os projetos, ainda assim, podem não ser sustentáveis. E aí vem a pergunta-título: o que faz um projeto social/ambiental ser sustentável?
Não saberia dar uma definição exata, mas darei um exemplo que talvez ajude a esclarecer. Suponhamos que uma indústria vai se instalar em uma cidade e começa a fazer as obras para a construção da planta. Isso gera bastante impacto e a empresa realiza diversos projetos tanto para mitigação dos impactos ambientais, quanto sociais, já que a fábrica está sendo construída próxima a uma comunidade.
Pois bem, geralmente a mitigação ambiental não tem muito que se discutir até porque é lei. Além da questão do meio ambiente é preciso lidar com a possibilidade da comunidade do entorno sofrer de um inchaço populacional, com pessoas vindas de diferentes cidades e estados, atraídas pelas oportunidades geradas com a instalação da fábrica na localidade. E se a questão não for cuidada com atenção, pode virar um grande problema para a empresa.
Assim, pelo lado social, é comum que a empresa firme parceria com a comunidade, seja contratando na localidade mão-de-obra para serviços menos especializados, seja transformando pequenos empreendimentos locais em fornecedores. Também é muito comum a realização de projetos voltados para crianças e adolescentes, seja de cunho esportivo, cultural ou educacional.
Agora pensemos: executar todos esses projetos custa dinheiro. Muito dinheiro. E é um dinheiro que terá de ser gasto enquanto a empresa estiver ali instalada. Mas e se um dia a empresa resolver tirar a fábrica daquele local? O que vai ser daquela comunidade? Além de colocar um sistema econômico local em colapso, a saída da fábrica também pode colocar um sistema social em colapso. Trágico? Não, apenas a realidade.
Lembremos a definição de desenvolvimento sustentável presente no Relatório de Brundtland: “a satisfação das necessidades presentes, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de suprir suas próprias necessidades”. Ou seja, comprometimento com o longo prazo. É isso que caracteriza um projeto social/ambiental sustentável.
E no caso da empresa que criou toda uma cadeia produtiva e de valor no entorno da sua fábrica? Como poderia garantir a continuidade dessa cadeia produtiva e de valor se a responsabilidade da empresa acaba com a saída da fábrica do local? Como deveria ser a condução dos projetos ao longo dos anos de forma que eles fossem sustentáveis e a descontinuidade da fábrica gerasse o mínimo de impacto para a comunidade?
Será que se ao invés de formar uma rede de fornecedores, não seria mais interessante (e sustentável) estimular o empreendedorismo, capacitando e auxiliando a comunidade na gestão de um negócio onde a fábrica fosse apenas mais um cliente? Será que ao invés de absorver a mão-de-obra não qualificada necessária, não seria mais sustentável qualificá-la para que pudesse ser utilizada não apenas na própria fábrica, mas também em outras empresas? Será que não é melhor adotar uma postura de coadjuvante no processo econômico do local do que a de protagonista, como sempre acaba sendo feito?
A construção e a operação de uma fábrica foi apenas um exemplo de como um projeto pode (e deve) ser sustentável. Na verdade, a grande pergunta que deve ser feita é qual o intuito de se gastar muito dinheiro nesses projetos se a empresa não oferece às comunidades do entorno a possibilidade de no futuro “caminhar com as próprias pernas”. Não seria mais inteligente, mais digno e até menos oneroso (porque a tendência seria a comunidade depender cada vez menos dos recursos da fábrica) se fosse feita uma abordagem mais sustentável?
Creio não ter respondido a pergunta-título deste texto. Pelo contrário, acho que lancei mais questionamentos ao invés de propor uma definição concreta. Mas esse era o intuito. As empresas têm suas próprias necessidades e cabe aos gestores das áreas sociais e ambientais procurarem um equilíbrio dentro do tripé da sustentabilidade de forma que a execução dos projetos seja satisfatória para a corporação e para as comunidades impactadas no longo prazo.
Retirado de:
http://www.administradores.com.br/artigos /o_que_faz_um_projeto_social_ambiental_ser_sustentavel/32906/
Autora: Julianna Antunes
Blog: www.sustentabilidadecorporativa.com
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Empresas não sabem que sustentabilidade gera lucro
As empresas desconhecem os benefícios dos programas de sustentabilidade.
De acordo com a pesquisa, que contou com a participação de 1.164 executivos da Europa, América do Norte, Ásia, América do Sul, Oriente Médio e África, apesar de praticamente metade (46%) dos entrevistados ter declarado que os programas de sustentabilidade ajudam a melhorar o valor da marca de suas empresas, somente um de cada cinco entrevistados (20%) reconhece estes programas como fatores de aumento de rentabilidade. A sustentabilidade está enraizada na direção das empresas, que se preocupam com o rótulo de "responsáveis". No entanto, poucas sabem utilizar os programas de sustentabilidade do ponto de vista comercial. Um terço dos
entrevistados (33%) admitiu que implementam esforços pela sustentabilidade apenas em mercados onde acreditam que eles terão impacto positivo sobre a percepção dos clientes.
A pesquisa ainda apontou que 31% reconhecem que os esforços de sustentabilidade de suas companhias estão, como regra geral, centrados mais na comunicação do que em mudanças reais.
Na avaliação do editor sênior da Economist Intelligence Unit, James Watson, muitas empresas estão passando da simples retórica a iniciativas reais de negócios. "Entretanto, ainda existe uma lacuna entre o que as companhias dizem alcançar em termos da gestão do impacto social e ambiental que exercem e o grau de envolvimento de seus executivos nestas atividades.
Outro obstáculo reside no fato de que seis em cada dez executivos notaram que a eles próprios ou a suas equipes não foi dado nenhum objetivo específico em relação às questões de sustentabilidade para alcançar. Isso é especialmente verdade na Europa Ocidental, onde 72% dos entrevistados disseram não possuir metas relacionadas ao tema.
